Ficha da erva
Aloe vera
A essência da erva
A babosa é uma erva que limpa as energias pesadas que carregamos, abre os caminhos que parecem bloqueados, recupera as forças de quem está esgotado por dentro e por fora, e cria uma ponte entre a pessoa e o sagrado — preparando o terreno para que algo novo e melhor possa começar.
Identidade
Relações
Intenção
Segurança
Informações de segurança registradas na base para esta erva.
Atenção sobre dosagem
A base registra alerta para altas dosagens.
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Referências
Fontes utilizadas para fundamentar as informações apresentadas nesta ficha.
Ewé - A chave do portal - O conceito de saúde e doença conforme a filosofia ioruba, a ritualística do equilíbrio físico e espiritual através do elemento vegetal
Márcio de Jagum
9 referências
Banho
"é empregada em banhos iniciáticos para filhos das divindades associadas." "Recomenda-se também pilar as folhas para banhar pessoas rudes, a fim de que possam descobrir dentro de si mais sensibilidade e tornarem-se mais agradáveis socialmente. A babosa é fonte de energia e dessa inspiração, já que é espinhosa por fora de suas folhas, mas por dentro é úmida e cheia de seiva fazendo as mãos de quem a toca escorregar."
Contraindicações
"Em pequenas doses, o sumo diluído em água, demonstra efeito como laxativo. A ingestão para grávidas e para os que sofrem de hemorroidas não é recomendada."
Geral
"folhas grossas, suculentas, em formato triangular, repleta de espinhos em serrilhas nas bordas" "Trabalhos com as folhas da babosa são indicados para pessoas com graves problemas de pele."
Medicinal
"o suco de sua polpa é indicado para uso externo no tratamento da queda de cabelos, queimaduras, imflamações, erisipelas, feridas e eczemas. Funciona como emoliente. Nacos da polpa são recomendados para aplicação como supositório para desinflamar hemorroidas."
Nome científico
"Aloe vera L., Liliaceae"
Nome iorubá
"ipòlerin"
Orixás
"Ògún, Omolu"
Partes utilizadas
"folhas, polpa, seiva."
Tipo
"gún"
Ewé Òrìsà - Uso litúrgico e terapêutico dos vegetais nas casas de candomble jêje-nagô
José Flavio Pessoa de Barros
6 referências
Geral
"Originária do Mediterrâneo, ilha da Madeira e das Canarias, esta liliácea é encontrada na Africa e no Brasil, medrando em quase todo o território nacional. Suas folhas são utilizadas ainda em casos de queimaduras de sol e fogo, panariço, tumores e machucados. Juntamente com aguardente e mel de abelha, as folhas da babosa batidas em liquidificador estão sendo largamente utilizadas pela população como anticancerígena, antibiótica e antiinflamatória."
Medicinal
"A babosa é planta conhecida no mundo inteiro, pelo poder que possui de fortalecer os cabelos, sendo utilizada na indústria cosmética em larga escala, em sabonetes, loções, cremes e xampus."
Nome científico
"Aloe vera L. Liliaceae" "Sinonímia: 1) Aloe barbadensis Mill. 2) Aloe elongata Murr. 3) Aloe vulgaris Lam."
Nome iorubá
"Na África, é usada em vários trabalhos litúrgicos, sendo conhecida pelos nomes iorubás ipòlerin e ipè erin (Verger 1995:631)."
Nome jêje-nagô
"IPÒLERIN"
Orixás
"Ogum e Omulu" "Utilizada em rituais de iniciação e banhos diversos para os filhos de Obaluaiê e de algumas qualidades de Ogum, nos candomblés brasileiros. Em Cuba, ela é chamada, popularmente, de sabila, e é atribuída a lemanjá (Cabrera 1992:540)."
Ervas e Benzimentos - O livro sagrado
Fábio Dantas
6 referências
Banho
"A babosa é utilizada para diversas finalidades, a exemplo de tratamento de pele, banhos e defumações. Usada na abetura financeira, estresse físico, emocional, exaustão, esgotamento físico e espiritual. Auxilia a sair da procrastinação." "Dia melhor para banho: segunda-feira."
Medicinal
"Pode ser usada como cicatrizante, anti-inflamatório, analgésico, emoliente e antisséptico. Externamente, usa-se a babosa para lesões de pele secundárias, queimaduras térmicas ou químicas (primeiro e segundo graus) e físicas (radioterapia), dermatites (periestoma e outras), eczemas, psoríase, queda de cabelo por seborreia, acne vulgar, celulite e erisipela, cura de feridas e hanseníase. Ainda, o suco de babosa contém glicosídeos, especialmente aloína, e alta porcentagem de mucilagem e de tanino. Em doses baixas, é empregada para prisão de ventre. Em doses altas, é tão energética que pode provocar irritação das vias biliares e até nefrite."
Nome científico
"Aloe vera"
Orixás
"Omolu/Obaluaiê (...) FOLHAS: mamona, babosa (...)."
Partes utilizadas
"Partes utilizadas: folha, polpa e seiva."
Tipo
"É uma erva morna ou equilibradora."
EWÉ - O uso das plantas na sociedade iorubá
Pierre Fatumbi Verger
2 referências
Nome científico
"Aloe spp., Aloeaceae"
Nome iorubá
"Ipòlerin Ipè erin"
U.S. Department of Health and Human Services (HHS) - Aloe vera: A review of toxicity and adverse clinical effects
2 referências
Contraindicações
"(...) the authors concluded that prolonged oral exposure to the laxative should be avoided in early childhood. In addition, pregnant women were advised not to take Aloe latex because its cathartic property might result in stimulating uterine contractions, thereby increasing the risk for premature labor or miscarriage. Also, nursing mothers should not take laxatives because of the possibility of anthraquinones causing diarrhea in the infants.
Toxicidade
"Ingestion of Aloe preparations is associated with diarrhea, hypokalemia, pseudomelanosis coli, kidney failure, as well as phototoxicity and hypersensitive reactions. Recently, Aloe vera whole leaf extract showed clear evidence of carcinogenic activity in rats, and was classified by the International Agency for Research on Cancer as a possible human carcinogen (Group 2B)."
National Center for Complementary and Integrative Health - Aloe Vera: Usefulness and Safety
3 referências
Contraindicações
"Aloe—in gel, latex, or whole leaf extract form—when taken by mouth may be unsafe during pregnancy and while breastfeeding. If you’re considering using aloe vera while pregnant or breastfeeding, consult your health care provider."
Medicinal
"Two small studies suggest that topical application of aloe gel, in combination with other forms of treatment, may improve acne. Clinical research suggests topical application of aloe gel may speed burn healing and reduce burn-related pain. A small amount of research suggests topical use of aloe also may help people with genital herpes, lichen planus, psoriasis, oral submucous fibrosis, skin damage from radiation therapy, or sores in the mouth from dental appliances. A small amount of research suggests that aloe taken orally may reduce blood sugar and HbA1c in people with diabetes. A small study showed that a specific aloe gel product taken orally for 8 weeks modestly reduced weight and fat mass in adults with obesity or overweight who had diabetes or prediabetes."
Toxicidade
"Topical use of aloe gel is generally well tolerated; however, there have been occasional reports of burning, itching, rash, and eczema. Research studies suggest that short-term use of oral aloe gel up to 42 days is safe. Oral use of aloe latex can cause abdominal pain, cramps, and diarrhea. Oral consumption of aloe leaf extracts (for as little as 3 weeks and as long as 5 years) has been related to cases of acute hepatitis. Some animal studies have noted an association between a non-decolorized extract of aloe vera leaf taken orally and gastrointestinal cancer in rats and mice; most toxicity and safety studies in animals have tested non-decolorized whole leaf extract of aloe vera, which is not commonly used by consumers. A small amount of laboratory research suggests that even the decolorized extract might have the potential to damage DNA or chromosomes. A 2023 review looked at animal and laboratory studies of aloe vera inner leaf gel extract and decolorized whole leaf extract used in commercially available food-grade drinkable products containing no more than 10 parts per million of aloin (a type of anthraquinone). The authors of the review concluded that the drinkable products were not genotoxic. Overuse of aloe latex may increase the risk of adverse effects from cardiac glycosides, such as digoxin, which are used for some heart problems."